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Globo vence e confisca casa que homem comprou após receber Pix por engano 9

Globo vence e confisca casa que homem comprou após receber Pix por engano

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No início do mês, muito se falou acerca do erro de um funcionário do departamento financeiro da TV Globo, que fez um Pix errado no valor de R$ 318 mil para um homem aleatório.

O funcionário simplesmente errou ao transferir a enorme quantia de R$ 318.600,40 e o dinheiro acabou indo parar na conta do homem errado.

O verdadeiro dono do Pix errado seria um ex-funcionário, cuja identidade não foi revelada, após um acordo trabalhista feito mediante uma decisão judicial no dia 27 de dezembro de 2021.

Acontece que quem recebeu os R$ 318 mil foi Marcos Antônio Rodrigues dos Santos – que nada tinha a ver com a história.

Marcos viu o valor em sua conta, imaginou que tivesse ganhado alguma promoção e não pensou duas vezes… correu para realizar o sonho da casa própria. O homem usou todo o dinheiro depositado por engano pela TV Globo para comprar um imóvel.

Quando os funcionários da emissora carioca perceberam o que tinha acontecido, já em 2022, eles entraram em contato com Marcos Antônio Rodrigues dos Santos, solicitando os R$ 318 mil de volta.

Entretanto, já era tarde e ele informou que havia usado o dinheiro do Pix errado para comprar a casa e não tinha como devolvê-lo.

Diante da confusão, a TV Globo entrou na Justiça para tentar reaver a enorme quantia – e não é que conseguiu? 

No último dia 11 de fevereiro, o juiz Luiz Felipe Negrão, titular da 3ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, emitiu a decisão de que a compra da casa feita por Marcos Antônio com o dinheiro da emissora deve ser bloqueada.

Leia um trecho da decisão favorável à TV Globo:

“Tendo em vista que existem provas documentais que acompanharam a petição inicial e respectiva emenda, no sentido de que o réu, efetivamente, se apropriou de uma quantia que não deveria ter recebido e, ainda, que antes da propositura da ação foi procurado pela parte autora e se recusou a devolver a quantia em questão, sob a alegação de que adquirira um imóvel, é de se deferir tutela de urgência de natureza cautelar em favor da autora”, explicou o magistrado.

“Neste caso, é evidente (não apenas provável) o direito da autora à devolução da quantia, assim como patente é o risco ao resultado útil do processo, pois o réu, claramente, não tem extenso patrimônio, tanto assim que depois de receber a quantia por erro, cuidou de rapidamente se apropriar dela e utilizá-la na aquisição de um apartamento“, disse o juiz na sentença.

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