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RELATO: Ex-diretor faz acusações graves contra Faustão 13

RELATO: Ex-diretor faz acusações graves contra Faustão

Alberto Luchetti Neto, diretor do Domingão do Faustão (1989-2021) entre 1998 e 2002, concedeu uma entrevista bombástica à revista Veja. À publicação, o profissional de 70 anos afirmou que o apresentador que saiu da Band recentemente praticava assédio moral contra os funcionários. Uma delas, inclusive, cometeu suicídio. O fato teria sido acobertado pela líder de audiência.

Segundo Luchetti, Faustão praticava assédio moral da seguinte forma: “Tinha costume de esculhambar a produção no ar e de pedir desculpa no particular. Criticava o trabalho em rede nacional. O que ele fazia com o Caçulinha era de chorar! Ele o humilhava, dizia que ele não sabia tocar (teclado), que era ultrapassado. Falou tanto que a Globo tirou ele”.

“Por exemplo, uma moça, de tão perseguida por ele, tomou remédio e cometeu suicídio. Foi uma desgraça que a Globo tentou esconder por todos os meios. Eu já estava fora. Ela estava tão desesperada, ele humilhou tanto ela, que um dia ela tomou remédio, foi dormir e não acordou mais.”

Procurada pelo NaTelinha, a Globo ainda não se manifestou sobre a acusação. O espaço está aberto e será atualizado caso haja resposta.

Faustão queria ter ajudas divulgadas, diz ex-diretor

Ainda durante a entrevista, quando questionado sobre a fama de generoso de Faustão, Luchetti listou um suposto grave defeito: “Você está numa situação difícil, aí ele procura te ajudar… Só que depois pede para a assessoria divulgar que está te ajudando. Ele cansou de fazer isso com a Dercy Gonçalves”.

No fim dos anos 90, a Globo vivia um período de transformação. Em uma só tacada, contratou Ana Maria Braga, Luciano Huck, Serginho Groisman e Jô Soares (1938-2022). Todos eles estavam em ascensão nas suas respectivas emissoras. “A Globo, sem concorrente, voltou ao primeiro lugar”, recordou ele, que deu uma cutucada no atual comandante do Domingão.

“Luciano estreou no sábado e a Veja deu de capa que ele tinha ressuscitado um dinossauro chamado Raul Gil, que foi para primeiro lugar no sábado, porque o menino não tinha menor carisma. Cazé estreou num domingo e foi mandado embora no outro. E Serginho ficou um ano sem entrar no ar.”

O rompimento com Faustão

Quando o Altas Horas estava prestes a estrear, Alberto Luchetti deixou o Domingão. O ex-diretor também se lembra quando devolveu um presente de Faustão. “Um dia me deu um relógio de aniversário, de cerca de 100 mil dólares, dizendo que aquilo era o símbolo da nossa irmandade, porque ele só tinha irmãs e eu era o único irmão na vida dele. Meses depois devolvi o relógio dizendo que não queria mais ser irmão dele”, contou.

A reação, segundo ele, foi a pior possível. “O que me fez devolver foi o jeito dele. Para continuar com o relógio, eu tinha que dizer que era irmão, então preferi dar o relógio, o símbolo da irmandade não existia mais. Um dia, já quando a Luciana trabalhava comigo, ele me convidou para almoçar. E perguntou o que achava das mudanças que estava fazendo no programa. Falei: ‘Fausto, eu ganhava muito dinheiro para fazer teu programa. Mas para ver, teria que ganhar muito mais’. Ficou um clima ruim, acabou o almoço.”

Para ele, o apresentador na Band já era uma tragédia anunciada. “Isso é uma irresponsabilidade dele e da cúpula da Band, de colocar um programa diário, no horário nobre, achando que o Faustão tinha o dinheiro da Globo. Ele achava que o dinheiro era dele, mas não. Tanto é que entrou um oportunista no lugar do Fausto, o Luciano Huck, e o dinheiro está lá do mesmo jeito. Quem tem a audiência e o dinheiro é a emissora. Ele não levou nem um, nem outro”, ponderou.

“Aí na Band, sem estrutura, precisou fazer 60 em três meses. A probabilidade de dar errado era de 100%. Por isso, digo que é irresponsabilidade dele e da cúpula da Band. Ele não vai ter a vida financeira afetada (com a demissão), mas estamos falando em 300 demissões! Quem deveria ser demitido são os diretores que concordaram em pagá-lo. Não havia estrutura para isso ali”, reforçou.

Alberto Luchetti Neto também diz que Faustão fazia um programa ultrapassado, e ele não se atualizou. “Para o auditório, contratava quatro ou cinco fileiras de mulher com perna de fora, o resto da gente era periferia. É um cara de 74 anos que não se modernizou. Ele bota tênis, fala ‘ô louco meu’ e acha que é moderno. Ultimamente, ele estava fazendo ‘Baile da Saudade’ na Band.”

Por fim, afirmou que Faustão não soube parar no auge. “E terminou por baixo, saiu pela porta dos fundos da Globo, e saiu de forma lamentável na Band. Você tem ideia do que é parar de fazer um programa por falta de audiência? É a pior coisa para um apresentador”, refletiu.

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