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Viúva luta por pensão há 10 anos e descobre que mulher com mesmo nome e CPF recebe em seu lugar 13

Viúva luta por pensão há 10 anos e descobre que mulher com mesmo nome e CPF recebe em seu lugar

Há dez anos, Ângela Maria ficou viúva e deu entrada no INSS para receber a pensão do marido. No entanto, para sua surpresa, ela descobriu que outra pessoa com o mesmo nome e CPF já estava recebendo o benefício em seu lugar.

Desde então, Ângela tem enfrentado dificuldades para reivindicar o que lhe é de direito, com seu pedido sendo negado em quatro ocasiões distintas.

Desempregada e dependente dos filhos para sobreviver, Ângela relata sua angústia diante da situação. “Estou nesse dilema. Estou parada há um ano e não sei mais o que fazer. Sou sustentada pelos meus filhos e estou desesperada. Peço ajuda das autoridades, pois não sei mais a quem recorrer”, desabafa a viúva.

Ângela menciona que no próximo ano poderá solicitar sua aposentadoria por idade, mas teme não conseguir devido à suposta aposentadoria em seu nome. “Trabalhei por mais de 24 anos e não consigo dar entrada na aposentadoria por idade. Tenho direito à minha aposentadoria.

Como vou dar entrada no ano que vem? Como? Se consta lá que já estou aposentada. Pelo amor de Deus, me ajudem, pois não estou aguentando mais”, lamenta.

De acordo com Ângela, existe uma suposta homônima cadastrada com o mesmo CPF que ela, nascida na mesma cidade, Muriaé, porém residente em Minas Gerais. Ângela, por sua vez, vive em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

Após várias tentativas frustradas, a viúva buscou a assistência de uma advogada e encaminhou o caso à justiça. “Na época, o próprio Ministério informou que havia outra pessoa com o mesmo nome de mãe, nascida em 1970, mas com nome de pai e avós diferentes.

Foi quando ingressei com uma ação solicitando a regularização do cadastro nacional de informação social dela”, explica a advogada Elizabeth Borges.

Até o ano passado, Ângela trabalhava formalmente em uma residência em Laranjeiras, Zona Sul do Rio de Janeiro, enquanto a outra Ângela recebia a pensão em seu lugar. Como consequência, a viúva teve seu seguro-desemprego negado após ser demitida.

A advogada teve acesso ao documento apresentado ao INSS e afirma que as informações são idênticas, mas a foto é de uma mulher branca.

O INSS declarou ter entrado em contato com Ângela, solicitando que ela compareça a uma agência da Previdência Social para que uma nova análise da situação seja feita.

Segundo o INSS, o problema ocorreu devido a “inconsistências cadastrais”. A viúva aguarda uma solução para seu caso, ansiando por justiça e pelo recebimento da pensão a que tem direito.

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