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Telegram pode ser bloqueado no Brasil em breve, segundo especialistas

Responsáveis por mensageiro não responde contato do governo brasileiro

Aparentemente a situação é irreversível para o Telegram, que deve ser bloqueado no Brasil. O mensageiro é alvo de apurações sobre disseminação de fake news, discurso de ódio e desinformação. Mas, sem responder às autoridades brasileiras, o mensageiro agora é foco do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e está na mira de ao menos duas apurações, uma na Polícia Federal e outra no Ministério Público Federal.

De acordo com investigadores na esfera cível e criminal que atuam nas apurações do caso, não existe saída além do bloqueio do Telegram no país. Um dos motivos seria a falta de contato dos responsáveis pelo aplicativo, que impossibilitaria a aplicação de multas e recomendações. O objetivo do bloqueio seria forçar os russos a dialogarem com o governo brasileiro.

É importante ressaltar que em nenhum momento os procuradores pediram acesso a conversas privadas, mas sim entender como funciona as ferramentas de moderação da plataforma.

E não é só no Brasil que o Telegram é alvo de investigação. Na Alemanha, por exemplo, as autoridades passaram a cogitar a suspensão da ferramenta para combater o extremismo após não obter resposta nos contatos feitos com a empresa.

Atualmente a sede do Telegram fica em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A equipe do Telegram teve que deixar a Rússia devido às regulamentações locais de TI e tentou vários locais como sua base, incluindo Berlim, Londres e Singapura.

Combate as fake news

Os órgãos do governo brasileiro como TSE, Polícia Federal e Ministério Público estão em um verdadeiro combate as fake news neste ano de eleições presidenciais. Recentemente, o Twitter anunciou a chegada de uma ferramenta que permitirá aos usuários brasileiros denunciar posts com notícias falsas na plataforma. Isso aconteceu graças a pressão que a rede social enfrentou da comunidade para implementar o serviço.

Além disso, os órgãos entraram em contato com as demais redes sociais e mensageiros, como Facebook, WhatsApp e TikTok para entender os mecanismos que eles estão disponibilizando. Todos eles têm cooperado e respondido os questionamentos, menos o Telegram.