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BBB22: família de Natália denuncia à polícia vazamento de vídeo íntimo

A família de Natália, do BBB22, denunciou à polícia o vídeo íntimo da modelo que vazou e circula nas redes sociais desde a noite dessa terça-feira (18/1). O boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em Belo Horizonte (MG).

A Polícia Civil informou que foi instaurado, nesta quarta-feira (19/1), um procedimento investigatório para apuração dos fatos e que também já foi feito pedido de medida protetiva.

Daniela Rocha, mãe de Natália, contou que começou a receber o vídeo e montagens através de seu WhatsApp na noite dessa terça. “Um indivíduo fez um grupo, colocou o vídeo, montagens e começou a espalhar. Eu, como mãe, me senti indignada em saber que existem pessoas sujas que não gostam de ver o sucesso dos outros. É muito triste isso tudo, outras pessoas espalhando. É uma maldade coletiva”, disse ao G1.

Segundo Daniela, após o registro do boletim de ocorrência, a família ainda pretende tomar outras medidas: “A Natália já é uma vencedora de estar lá, uma negra com vitiligo. Estamos felizes com a entrada dela, é tudo muito novo para gente. Faço um apelo para que as pessoas não compartilhem as imagens, é crime. Isso não vai ser cobrado só pela Justiça, tem um Deus que tudo vê”.

Boletim de ocorrência

O registro policial aponta que o suspeito de divulgar o vídeo já tinha ameaçado mostrar as imagens há cerca de dois anos. No entanto, à época, ele não o fez, mas teria jogado o vídeo nas redes sociais após a entrada de Natália no BBB22.

Ainda segundo o boletim, outros perfis em redes sociais ofereceram enviar as imagens caso recebessem o dinheiro via PIX.

“A Polícia Civil recebeu a denúncia, ontem (18/1) à noite, na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em BH, e foi instaurado procedimento investigatório para apuração dos fatos. O suspeito, de 39 anos, é investigado por injúria, mas os trabalhos policiais seguem em andamento para identificar eventuais crimes praticados no âmbito da violência doméstica. A autoridade policial, responsável pela investigação, requereu medida protetiva para a vítima ao Judiciário”, diz nota da Polícia Civil.