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Agressor de Victor Meyniel é preso em Copacabana 13

Agressor de Victor Meyniel é preso em Copacabana

No último sábado (2), um incidente chocante ocorreu em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, quando o conhecido ator Victor Meyniel foi vítima de agressões físicas e injúrias homofóbicas por parte de um homem identificado como Yuri de Moura Alexandre. O incidente, amplamente divulgado em um vídeo que circulou nas redes sociais, chocou a comunidade local e levantou discussões sobre a persistência da violência e do preconceito em nossa sociedade.

A agressão aconteceu por volta das oito horas da manhã, quando Victor Meyniel deixava a casa noturna Fosfobox, em Copacabana, e se dirigia ao apartamento de Yuri de Moura Alexandre, com quem havia se conhecido na boate. No entanto, o que parecia uma noite comum rapidamente se transformou em um pesadelo para o ator.

Victor relatou que a situação mudou drasticamente quando uma amiga de Yuri chegou ao apartamento. “Parece que virou uma chave, me botou pra fora, me empurrou. E aí nisso que ele me empurrou, como eu tava sem sapato, porque eu tirei pra ficar no sofá, eu tava no chão, ele me empurrou, foi e tacou o sapato [em mim]”, disse o ator.

A discussão entre Victor e Yuri continuou na portaria do prédio, culminando nas agressões capturadas pelas câmeras de segurança do edifício. Yuri aparece no vídeo dando socos em Victor, que está caído no chão e tenta se proteger. O porteiro do prédio foi testemunha das agressões, mas não interveio.

“Eu lembro só do acesso de raiva dele, ele me pegar, me colocar no chão e me dar socos e socos e mais socos. Eu pedi pra ele parar e ele não parava. E o porteiro tava vendo tudo”, relatou Victor.

Após as agressões, Yuri deixou o local, deixando Victor caído no chão. Com a ajuda de um morador, o ator chamou a polícia, e Yuri de Moura Alexandre foi preso em flagrante e levado para a Delegacia de Copacabana, onde o caso está sendo investigado. Yuri enfrentará acusações de lesão corporal e injúria por preconceito, crimes que podem resultar em uma pena de 2 a 5 anos de prisão.

A delegada Débora Rodrigues, responsável pelo caso, relatou que Yuri alegou não se arrepender das agressões e afirmou ser médico e militar da aeronáutica. No entanto, as investigações mostram que ele está em processo de residência e não é médico nem militar.

O incidente ressalta a necessidade de conscientização sobre a gravidade da homofobia e de qualquer ato violento baseado em raça, gênero ou sexualidade. Victor Meyniel destacou que as pessoas devem ser responsabilizadas por tais atos, e a sociedade precisa continuar avançando na luta contra o preconceito e a violência.

Esse incidente serve como um lembrete de que, apesar dos avanços na luta pelos direitos LGBTQ+, ainda há muito trabalho a ser feito para garantir um ambiente seguro e inclusivo para todos, independentemente de sua orientação sexual. A esperança é que casos como esse levem a uma reflexão mais profunda sobre as questões de preconceito e violência, promovendo mudanças positivas em nossa sociedade.

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